segunda-feira, 6 de abril de 2015

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Sente-se direito! Sua coluna agradece...


Manter uma boa postura não só ajuda a melhorar a aparência, mas é uma das melhores maneiras de protelar dores nas costas e no pescoço, para não mencionar a corcunda da viúva, muito temida na velhice

Todos querem evitar problemas nas costas, mas surpreendentemente poucos conseguem escapar desta sina... Nos EUA, até 80% dos americanos sentem dor nas costas em algum momento de suas vidas, e a cada ano, 15% de todos os adultos são tratados para problemas como hérnia de disco, estenose espinal ou dor lombar. Por aqui, a dor nas costas é a doença crônica mais comum no Brasil. Segundo um estudo da Escola Nacional de Saúde Pública, ligada à Fiocruz, 36% dos brasileiros sofre com este problema.

E notoriamente, sabemos que a dor nas costas é difícil e cara para remediar. "Os tratamentos são variados, demorados e nem todos apresentam a mesa eficácia para todas as pessoas, incluindo alguns tipos de cirurgia", afirma o neurocirurgião Cezar Augusto Oliveira (CRM-SP 123.161), especialista em coluna.

Alguns problemas na coluna, é claro, não podem ser evitados. Por exemplo, com a passagem natural do tempo, a coluna vertebral naturalmente se degenera e as facetas articulares da coluna vertebral se tornam inflamadas, causando estresse e desconforto. "No entanto, é preciso ter em mente que a maioria dos casos de dores nas costas é resultado da tensão ou fraqueza dos músculos ou dos ligamentos, e, muitas vezes, ela pode ser evitada através do fortalecimento dos músculos do núcleo (músculos do tronco ou torso, incluindo o abdômen, os oblíquos, os músculos da pelve e das costas) por meio de exercícios e da manutenção da postura adequada", diz o médico.

“Manter uma boa postura não só ajuda a melhorar a aparência, mas melhora também o tônus muscular, torna a respiração mais fácil e é uma das melhores maneiras de protelar dores nas costas e no pescoço, para não mencionar a corcunda da viúva, muito temida na velhice. A postura é a chave central para a prevenção de problemas de coluna. Se a coluna não está alinhada, o paciente inevitavelmente terá problemas de dor nas costas, no pescoço, nos ombros e até mesmo nas articulações”, afirma o médico, que é membro da Sociedade Brasileira de Coluna.


Visando prevenir as dores na coluna, Cezar Oliveira enumera, a seguir, algumas dicas para manter a postura correta:

01) Tente corrigir sua má postura sempre que se lembrar disto. “Para isto, fique em pé, levante o queixo ligeiramente, alinhe suas orelhas sobre seus ombros e seus ombros sobre seus quadris. Coloque as mãos nos quadris e lance-os para frente cerca de dois centímetros. Deve haver uma ligeira curva para dentro na parte inferior das suas costas e uma curva para fora na parte superior das suas costas, além de outra curva para dentro em seu pescoço. Mantenha essa postura por alguns instantes e sente-se novamente”, orienta o neurocirurgião;

02) “Quando você estiver sentado ou dirigindo por longos períodos de tempo, coloque uma almofada ou uma toalha enrolada entre a curva de sua coluna lombar e a parte de trás do seu assento. Apoiar a parte inferior das suas costas vai manter a curva natural da sua coluna. Quando a parte de trás está bem apoiada, os ombros naturalmente ficam no lugar certo”, ensina o médico;

03) Mantenha uma boa postura requer força abdominal e nas costas. "Não é suficiente sentar-se adequadamente se os músculos do núcleo são fracos. Considere fazer uma aula de Pilates ou consultar um fisioterapeuta para criar um plano de exercícios personalizado para fortalecer os músculos desta região”, sugere o especialista em coluna;

04) Se você trabalha sentado por muitas horas durante o dia, pergunte ao departamento de recursos humanos da sua empresa se eles contam com um especialista em ergonomia na equipe. “Um ergonomista pode ter certeza que sua cadeira, mesa e teclado estão na altura ideal para você, além de poder ajustar sua postura quando você está sentado. Se a empresa onde você trabalha não conta com um especialista, faça os ajustes por si mesmo. A parte superior da tela do computador deve estar posicionada igual ou ligeiramente abaixo do nível dos olhos. A altura da mesa deve permitir que seus antebraços possam descansar confortavelmente em um ângulo de 90 graus. Trabalhe sempre com os pés no chão e as costas apoiadas na cadeira”, informa Oliveira;

05) Trabalhando em casa ou no escritório, levante-se e estique-se a cada 30-60 minutos. Ficar sentado por longos períodos pressiona os discos vertebrais e os músculos, provocando fadiga. O alongamento ajuda a quebrar padrões de comportamento ruins e permite que os músculos voltem a um ponto neutro. “Levante-se e coloque as mãos na parte inferior das costas, como se estivesse deslizando-as até os bolsos traseiros. Com cuidado, empurre o quadril para frente e arqueie um pouco as costas. Sente-se novamente e jogue seus ombros para trás, num movimento circular, com o queixo dobrado, cerca de 10 vezes”, orienta o neurocirurgião;

06) Não é provável que você se lembre de fazer o alongamento durante o trabalho? Programe o alarme do smartphone ou do computador para lembrá-lo a levantar-se e esticar-se a cada hora. Um aplicativo do iPhone chamado Alarmed tem um recurso que permite que você crie lembretes regulares durante todo o dia;

07) Hábitos de vida são difíceis de mudar, mas você precisa incluir a prática de exercícios físicos na sua agenda semanal. “Um fisioterapeuta pode mostrar-lhe como alinhar a coluna, além de prescrever exercícios para fortalecer tanto os músculos do núcleo, quanto para acabar com a rigidez do pescoço, das costas, dos braços e dos músculos da perna (isquiotibiais apertadas pode contribuir para a dor nas costas)”, conta o médico;

08) Se você precisar de um trabalho sistemático e de longo prazo para uma mudança postural, considere o emprego da técnica de Alexander, um método que ensina como reconhecer e liberar a tensão habitual que interfere na boa postura. “As pesquisas recentes sugerem que o método pode ajudar com a dor lombar, bem com a postura. Um estudo publicado no British Medical Journal concluiu que as aulas com o emprego da técnica ajudaram muito pacientes com dor crônica nas costas. Outro estudo, publicado no Human Movement Science, concluiu que a técnica de Alexander aumentou a capacidade de resposta dos músculos e reduziu a rigidez em pacientes com dor lombar”, informa Cezar Oliveira;

09) Não acredita ainda que uma boa postura é fundamental? Pois saiba que um estudo publicado no European Journal of Social Psychology descobriu que indivíduos que foram instruídos a sentar-se adequadamente e a manter uma boa postura se deram classificações mais elevadas e demonstraram mais autoconfiança durante a realização de uma determinada tarefa em comparação com aqueles que foram orientados a sentar-se como bem queriam.


Fonte: Revista Fisiobrasil / http://endoscopiadacoluna.med.br/

Volta as aulas X Mochilas pesadas


As aulas começaram e algumas crianças parecem carregar a casa nas costas. Mas cuidado! Mochila pesada demais pode provocar dor nas costas. O alerta é do fisioterapeuta especialista em coluna vertebral, Helder Montenegro, presidente da ABRC (Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna) e diretor do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral.
Segundo ele, é cada vez mais comum a presença de crianças nos consultórios médicos se queixando de dores na região lombar.
“Os motivos mais comuns para a dor na região lombar são tensão proveniente de atividades que requerem força física e o carregamento inadequado da mochila nas costas com peso demasiado”, afirma Montenegro.
O especialista diz que o peso da mochila não deve ultrapassar 10% do peso da criança. Para uma criança de 30 kg, por exemplo, a mochila deve pesar 3 kg, no máximo.
“Normalmente, a criança projeta o tronco para frente, com isso os músculos das costas passam a trabalhar em excesso para suportar o peso da bolsa e, dessa forma, essa sobrecarga provoca uma fadiga dos músculos lombares acarretando em dores na região”, afirma o fisioterapeuta.
Em novembro do ano passado, o Senado aprovou um projeto de lei limitando o peso das mochilas dos alunos de ensino fundamental e médio a 15% de seu peso corporal. Pela proposta, as escolas ficarão obrigadas a instalar armários para que os estudantes deixem diariamente parte de seu material escolar, reduzindo o peso das mochilas. O projeto seria enviado para análise da Câmara dos Deputados.
Dicas
Uma dica é escolher mochila de rodinha para levar o material escolar. Os adolescentes, entretanto, não costumam gostar dessa opção.
No caso de mochila de ombro, o especialista diz que elas devem ser acolchoadas, com fácil ajuste e com tamanho igual às costas do seu filho. Os pais precisam ficar atentos ao ajuste das alças: a parte inferior não pode ficar a menos de quatro centímetros abaixo da cintura;
Não deixe seu filho levar a mochila em apenas um ombro, pois ele concentrará o peso em apenas uma parte do corpo.
Montenegro diz que os pais devem incentivar os filhos a praticar esportes. “As atividades físicas fortalecem a região lombar.”
Para prevenir dor lombar causada pela má postura, Montenegro orienta que os pais observem a forma como o filho fica sentado durante a realização das tarefas escolares ou na frente da televisão. A coluna deve estar sempre reta e apoiada no encosto;
Se a criança relatar casos de dor com frequência a orientação é procurar um especialista.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Atestado: Seu Fisioterapeuta pode.

RESOLUÇÃO COFFITO nº. 381, DE 03 DE NOVEMBRO DE 2010. Artigo 1º - O Fisioterapeuta no âmbito da sua atuação profissional é competente para elaborar e emitir parecer, atestado ou laudo pericial indicando o grau de capacidade ou incapacidade funcional, com vistas a apontar competências ou incompetências laborais (transitórias ou definitivas), mudanças ou adaptações nas funcionalidades (transitórias ou definitivas) e seus efeitos no desempenho laboral em razão das seguintes solicitações: a) demanda judicial; b) readaptação no ambiente de trabalho; c) afastamento do ambiente de trabalho para a eficácia do tratamento fisioterapêutico; d) instrução de pedido administrativo ou judicial de aposentadoria por invalidez (incompetência laboral definitiva); e) instrução de processos administrativos ou sindicâncias no setor público (em conformidade com a Lei 9.784/99) ou no setor privado f) e onde mais se fizerem necessários os instrumentos referidos neste artigo.

Fonte:http://www.coffito.org.br/publicacoes/pub_view.asp?cod=1948&psecao=9

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Principal causa de morte entre idosos, quedas podem diminuir com exercício

Na terceira idade, um simples desequilíbrio é capaz de causar prejuízos sérios à saúde. Fortalecimento muscular traz mais estabilidade e segurança



A quantidade de idosos internados com fraturas causadas por quedas cresce de forma alarmante. Os gastos do Sistema Único de Saúde (SUS) no tratamento de pacientes daterceira idade aumentam a cada ano, só em 2009 foram quase R$ 81 milhões. Um simples desequilíbrio pode causar sérios prejuízos à qualidade de vida daqueles que têm mais de 60 anos e, nos casos mais graves, o acidente pode até levá-los à morte.

Segundo a especialista em fisiologia do exercício Laina Saurin, que trabalha há mais de dez anos com idosos, a queda e as complicações dela decorrentes são as principais causas de morte na terceira idade. De acordo com pesquisas, aproximadamente 30% das pessoas com mais de 65 caem ao menos uma vez por ano.
- A consequência mais temida das quedas é a fratura, principalmente a do colo do fêmur. Ela exige tratamento cirúrgico e um longo período de repouso - alerta o fisiologista Turibio Barros.
A grande incidência de quedas entre idosos está associada, principalmente, a alterações típicas doenvelhecimento, como problemas de visão, redução da massa óssea, deficiência auditiva, dificuldade de equilíbrio, perda progressiva da força nos membros inferiores e uso inadequado de medicamentos.
- Os maiores problemas que os idosos enfrentam, em geral, decorrem da desaceleração natural que acontece nesta fase da vida. O decréscimo do sistema neuromuscular, a perda de massa muscular, a redução da flexibilidade, da força, da resistência e da mobilidade, além da limitação da capacidade de coordenação e do controle do equilíbrio corporal, podem acarretar quedas frequentes - explica Laina.
Além das mudanças naturais que ocorrem com o aumento da idade, algumas doenças também potencializam os riscos de acidentes. O infarto, a labirintite, a insuficiência cardíaca, doenças neurológicas, hipotensão postural - dificuldade de manter a pressão arterial ao levantar -, AVCs, diabetes, entre outras, também são causas recorrentes.
- Muitas doenças degenerativas comuns na velhice são agravadas pela diminuição das atividades físicas e a redução da capacidade de manter o equilíbrio corporal, que são fundamentais para a adoção de um estilo de vida independente - afirma a especialista.
Independentemente do motivo, os acidentes podem ser evitados com o aumento do equilíbrio e o fortalecimento da musculatura através da prática regular de exercícios físicos. A musculação é capaz de melhorar a mobilidade e a qualidade de vida dos idosos, mesmo no caso daqueles que sofrem de doenças crônicas.
- Além dos benefícios para a mobilidade e equilíbrio, a atividade física moderada auxilia no controle e prevenção de doenças, como diabetes, problemas posturais, doenças cardíacas e pulmonares - ensina Laina.
- A atividade física é, sem dúvida, a melhor intervenção, pois faz desacelerar a perda de massa muscular, podendo promover um ganho de massa magra, reduz o sobrepeso, que pode ser considerado outra causa de quedas, previne o desequilíbrio e promove o ganho de massa óssea, fortalecendo os ossos e reduzindo o risco de fraturas - enumera Turíbio.
Com o envelhecimento, há também uma redução na absorção de cálcio, nutriente responsável pelo fortalecimento da estrutura óssea. Portanto, a alimentação pode contribuir para a redução dos acidentes entre os idosos. O aumento da ingestão de produtos lácteos, como iogurtes e queijos, ajuda na prevenção e tratamento da osteoporose - doença que diminui a quantidade de massa óssea –, o que deixa os idosos menos vulneráveis a quedas.
- O consumo de cálcio, os exercícios físicos e a exposição à luz solar, que promove a síntese de vitamina D na pele, melhoram a densidade mineral óssea e a força muscular, diminuindo as quedas e o risco de fraturas - explica a nutricionista Cristiane Perroni. 
Além de reduzir a incidência de quedas, o treinamento físico também diminui o medo de cair que leva as pessoas com mais de 60 anos a restringirem suas atividades, se tornando cada vez mais dependentes. Levantar da cama, se vestir, tomar banho e abaixar passam a ser tarefas fáceis outra vez.
- Muitas vezes o indivíduo perde sua independência por medo de cair de novo, e passa a precisar de ajuda até para tarefas corriqueiras, tais como entrar no carro e subir escadas. Até o deslocamento dentro de casa fica comprometido - observa Laina.
- A inatividade representa um sério problema, pois a falta de atividade física faz acelerar a perda das massas muscular e óssea, criando um círculo vicioso - revela Turibio.
- Sempre fiz caminhada e há dois anos pratico musculação. A atividade física melhorou muito a minha saúde, diminuindo o colesterol, a pressão e aumentando o meu equilíbrio. Antes eu tropeçava muito. Agora tenho muito mais equilíbrio para andar e executar as minhas atividades diárias com total independência - conta Geraldo Pereira, de 89 anos.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Três idosos são internados a cada hora em São Paulo devido a lesões causadas por queda


Três idosos são internados por hora em hospitais públicos do estado de São Paulo em decorrência de lesões causadas por quedas, de acordo com levantamento feito pela Secretaria Estadual da Saúde. Segundo os dados, em 2012 houve 27.817 internações de pessoas com 60 anos ou mais em serviços hospitalares do SUS (Sistema Único de Saúde). Do total, 60% das internações foram de mulheres com mais de 60 anos.
De acordo com o geriatra e coordenador médico do Instituto Paulista de Geriatria e Gerontologia (IPGG), unidade de saúde instalada na zona leste da capital paulista, Anderson Della Torre, o número é maior em mulheres, pois as idosas tendem a ser mais ativas e possuem menos massa muscular do que os homens. “Normalmente, as mulheres também são mais atingidas pela osteoporose, apesar de a doença também atingir os homens”.
Segundo Della Torre, 3,7% dos idosos entre 60 e 69 anos cai uma vez por ano, enquanto essa porcentagem chega a 7% para a faixa de 70 a 79 anos. Já entre os maiores de 89, 27% têm pelo menos uma queda ao ano. “O número de quedas é elevado, por isso há muitas internações. É muito comum que eles sofram lesões ósseas que os levem à imobilidade momentânea ou mesmo à dependência, posteriormente”.
Della Torre destacou que o uso de medicamentos e o comportamento dos idosos também podem ser apontados como causadores de quedas. Idosos mais ativos, que tendem a realizar atividades principalmente dentro de casa, possuem maior risco. “Um dos maiores motivos de quedas em idosos é a falta de equilíbrio e a perda de massa muscular, que ocorrem naturalmente com o avanço da idade”, explicou.
Por isso, o médico alerta sobre a importância da fisioterapia para fortalecer a musculatura e reforçar o equilíbrio. “Essa intervenção vai gerando confiança na marcha. É preciso gerar confiança, para que o idoso volte a andar com tranquilidade, porque depois de um tombo ele pode desenvolver um medo de quedas e acabar se isolando”.
Ao desenvolver o medo de cair, o idoso pode piorar sua situação. “Ele limita sua vida e assim, para de fazer atividade física, porque diminui a massa muscular por falta de exercício. Para de fazer as coisas que fazia, diminui sua exposição à vida social e isso leva à depressão, que muitas vez precisa ser tratada com medicamentos”, disse Dalla Torre.
Ele também destacou que as fraturas podem evoluir para doenças mais graves, devido à imobilidade do paciente. Por não levantar da cama, o idoso fica também mais suscetível a doenças crônicas que levam à morte.
Para evitar quedas, o médico recomenda atitudes e mudanças simples, como fazer atividades para reforço muscular e equilíbrio; utilizar calçados fechados ou que possam ser presos ao redor dos calcanhares; retirar possíveis obstáculos à circulação, como mesas de centro; colocar os objetos mais utilizados no dia a dia em prateleiras baixas ou em locais de fácil alcance; e tomar cuidados com os tapetes, principalmente no banheiro.
Além disso, o médico diz que o idoso, quando sofrer alguma queda, deve procurar um médico imediatamente para investigar qual o motivo do acidente. Em caso de idosos que já enfrentam falta de equilíbrio em grau elevado, é recomendável que sejam instaladas adaptações em casa, como corrimãos, elevação dos vasos sanitários e barras de apoio para sentar e levantar.
Fonte: Interfisio

domingo, 22 de setembro de 2013

PROBLEMA NA COLUNA PODE AUMENTAR COM MAIOR EXPECTATIVA DE VIDA DA POPULAÇÃO


O envelhecimento da população e a maior expectativa de vida podem resultar num aumento da ocorrência de pessoas com problemas na coluna. A afirmação é do cirurgião especializado na coluna vertebral Pedro Antoneli, da Clínica Antoneli & Schumacher.

Recentemente o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou projeção segundo a qual o percentual da população do Rio Grande do Sul com pelo menos 65 anos vai dobrar até 2030. Em 2010, o percentual de moradores do Estado nessa faixa etária era de 9%. Nos próximos anos, o índice deve atingir 18,4%, praticamente um a cada cinco habitantes – o maior percentual do País. O número fica bem acima da média nacional prevista para o ano, que será de 13,4%.

Naturalmente, destaca Antoneli, o ser humano já apresenta uma tendência a sofrer um aumento da curvatura da coluna, que se deve ao processo de desgaste dos discos intervertebrais, perda da musculatura responsável pela postura ereta e osteoartrose das articulações.

No entanto, destaca o especialista, há possibilidade de o problema ser agudo, como o causado por uma fratura da vértebra, relacionada principalmente à osteoporose, que pode ocasionar sintomas dolorosos e levar a pessoa a ficar com uma postura curvada para frente. Na maioria desses casos, o tratamento consiste em analgesia e imobilização da coluna vertebral.

“Basicamente, devido à fragilidade dos ossos, a vértebra pode achatar, mesmo na realização de tarefas do dia a dia, como se abaixar para pegar algo no chão. Como consequência, numa parcela da população, essas fraturas podem ser dolorosas e acompanhadas de um desalinhamento vertebral. Felizmente, na maioria dos casos o tratamento é conservador. Em algumas situações pode ser necessária a realização de um procedimento percutâneo que consiste no preenchimento da vértebra com cimento ósseo (Vertebroplastia), o que aumenta a estabilidade da mesma e alivia os sintomas dolorosos", explica o médico.

A intervenção cirúrgica, explica, é realizada com sedação leve e tem duração de cerca de uma hora, no máximo. É introduzido de 2 a 3ml de cimento ósseo na vértebra acometida.

Osteoporose

A osteoporose é uma doença que atinge os ossos. Caracteriza-se quando a quantidade de massa óssea diminui substancialmente e desenvolve ossos mais porosos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos a fraturas. A osteoporose, em geral, está diretamente ligada ao processo de envelhecimento e é mais comum em mulheres, especialmente pós-menopausa, do que em homens.

Os déficits de cálcio e vitamina D também contribuem para o desenvolvimento da osteoporose. Dado importante relaciona-se ao fato de que até 20% da população adulta tem déficit de vitamina D. Fundamental para a manutenção da saúde óssea, a vitamina D permite que o organismo utilize o cálcio de forma eficiente. O cálcio, por sua vez, é essencial para o funcionamento normal do sistema nervoso, crescimento dos ossos e manutenção da sua densidade. A exposição solar auxilia no processo de conversão da vitamina D necessária para a fixação do cálcio nos ossos.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

DR. Ederson Melo: Fisioterapia Ocular

DR. Ederson Melo: Fisioterapia Ocular: A fisioterapia ocular visa prevenir, tratar e reabilitar os distúrbios da visão sensorial e motora através de treino e exercícios no...

sábado, 20 de julho de 2013

Maus hábitos na hora de dormir causam problemas à saúde


Uma boa noite de sono previne o ronco, as dores na coluna, na cabeça, no pescoço, braços, quadril e pernas, além de promover o bem-estar. Não existe segredo para uma boa noite de sono, mas o que deve ser sempre levado em conta é a curvatura da coluna.
De acordo com o fisioterapeuta Daniel Xavier, presidente da Associação Amazonense de Fisioterapia (Asfiam), manifestação de sintomas como dores de cabeça, bruxismo, zumbido, dor no pescoço, dormência na face, formigamento nos braços e pernas, dores nos joelhos e quadril podem ser causados tanto pela posição em que se dorme, quanto pela densidade do colchão e travesseiros inadequados.
Ele destaca que, dependendo da posição em que se dorme, a coluna pode sofrer uma inversão de sua curva, comprometendo outros órgãos como pulmão, estômago, vias aéreas (traqueia) e a própria coluna lombar. “Não é difícil perceber como está a qualidade do nosso sono, afinal, os sintomas são fáceis de perceber, principalmente as dores de cabeça e na própria coluna”, diz Daniel.

O fisioterapeuta recomenda dormir de lado, buscando apoio nos braços, um movimento importante para não torcer a coluna. A escolha do colchão também é importante. “O colchão deve se acomodar ao corpo e, ao mesmo tempo, oferecer resistência ao peso”, explicou o especialista.
Algumas práticas também contribuem para uma boa noite de sono, como ler ou usar laptop na cama, que podem contribuir para alterações na postura futuramente. Se houver a necessidade de trabalhar deitado, suportes para as costas e os braços, como uma mesinha, são recomendados.
Posições
Ele ressalta, ainda, que também é preciso atentar para as posições adotadas pelas pessoas no dia a dia, fato que contribui de forma significativa para a manutenção ou não da curvatura da coluna, ou seja, da postura, influenciando também na má qualidade do sono. “É comum pessoas que sofrem de dores na coluna terem sono ruim, por não encontrarem posições de dormir que proporcionem conforto e alívio das dores, e a causa muitas vezes não é do colchão, dos travesseiros e das posições de dormir, e sim da falta de um tratamento adequado e que solucione o problema de coluna”, destacou.

Um colchão firme oferece mais apoio e garante que a coluna vertebral e outras regiões do corpo fiquem adequadamente apoiadas, evitando a compressão dos nervos, vértebras, discos e ligamentos, mantendo as articulações mais alinhadas e saudáveis. “Se você sente rigidez e dores no corpo sempre que levanta da cama, pode estar sofrendo de um problema na coluna, pois a posição e o movimento do corpo podem estar estimulando esses sintomas“, destacou.
Gravidez
Com o crescimento da barriga durante a gestação, as grávidas também enfrentam dificuldades para encontrar uma posição confortável para dormir. Os desconfortos começam, geralmente, a partir do quarto ou quinto mês.
De acordo com o fisioterapeuta Daniel Xavier, a posição recomendada para as gestantes é a virada para o lado esquerdo, pois essa posição ajuda o sangue e os nutrientes a fluírem para o feto e o útero com mais facilidade, além de auxiliar os rins a eliminarem líquidos desnecessários.

Entre as posições mais desconfortáveis, segundo o fisioterapeuta, está a deitada de barriga para cima. Daniel esclarece que essa acomodação do corpo faz com que o peso do útero comprima a veia cava inferior e diminua o fluxo sanguíneo do útero-placentário, interferindo nas trocas entre mãe e feto.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

TENDINITE DE OMBRO


O que é:

A tendinite no ombro é uma inflamação que ocorre nos tendões do ombro, causando intensa dor. Seu tratamento inclui o uso de medicamentos, fisioterapia e, em alguns casos, cirurgia. A tendinite no ombro tem cura, mas a completa remissão dos sintomas pode demorar meses para ser alcançada.

Causas da tendinite no ombro

As causas mais comuns de tendinite do ombro são o esforço intenso ou “mau- jeito”; esforço repetitivo com o braço ou a má postura.

Esta inflamação apresenta como principais sintomas a dor localizada intensa, dificuldade para levantar o braço, sensação de que a dor se espalhou por todo o braço e formigamento.

A forma mais comum de tendinite no ombro, envolve o tendão do músculo supra espinhoso. Geralmente, esse tendão é lesionado por excesso de uso dos braços no trabalho ou no esporte que exija levantar o braço de forma repetida, como na natação e no tênis. Os carpinteiros e pintores são os profissionais que mais comumente sofrem com este tipo de tendinite.

Quanto mais rápida a tendinite for diagnosticada e tratada, mais cedo serão recuperadas a força e a flexibilidade dos tendões lesionados.

Como tratar a tendinite no ombro

Sessões de fisioterapia são importantes, para manter o movimento e a força do membro afetado. Ultiliza-se eletroterapia (US, TENS), crioterapia (gelo), alongamentos e cinesioterapia (fortalecimento).

Os exercícios físicos devem ser moderados, até a recuperação total do tendão lesionado. A prática de alongamentos e de fortalecimento muscular, antes do retorno das atividades, ajudam a prevenir novas lesões.

O tempo de recuperação varia muito de um indivíduo para o outro, mas, no mínimo, deverá ser necessário cerca de 3 a 4 meses de tratamento fisioterapêutico.

Maioria das lesões físicas ocorre por má orientação em treinamentos


Com o aumento da procura por atividades físicas recreativas e competitivas cresce também a incidência de lesões nos praticantes. 

Estudos indicam que mais 50% das lesões em atletas amadores e profissionais ocorrem por má orientação no treinamento. 

“São resultado de exercícios realizados de maneira extenuante, em práticas inadvertidas e inapropriadas. Isso provoca redução da longevidade competitiva”, aponta o professor de Fisioterapia da UniFil, Roberto Kiyoshi Kashimoto.

Ele coordena o projeto de extensão Fisioterapia Esportiva, que trabalha com avaliação, prevenção e reabilitação de lesões em amadores e profissionais. É desenvolvido na Clínica de Fisioterapia da UniFil, em eventos esportivos e locais de treinamento. Atletas e equipes de diversas modalidades passam por avaliação fisioterápica e recebem orientação e apoio para evitar lesões ou tratá-las, quando identificadas.

Roberto Kashimoto cita o exemplo das incidências de lesões no basquetebol no Brasil: entorses de tornozelo (12,8%), contusões na mão (9,8%) músculos adutores e lombalgia (6,9%), muscular em perna (5,9%) e tendinopatia infrapatelar (3,9%). 

No futsal, os índices são: fraturas e luxações (31%), lesões musculares (25%), tendinites (17%), entorses (13%) e contusões (6%). Nessa modalidade esportiva, pés e tornozelos são os principais locais lesionados.

O professor destaca a importância da avaliação fisioterápica para prevenir problemas. “A intervenção precoce nas lesões esportivas acelera a cicatrização e minimiza o tempo de afastamento do atleta”, diz. 

No projeto de extensão, os alunos estão orientando atletas e equipes de futsal, handebol, taekwondo e atletismo, com supervisão do fisioterapeuta e coordenador assistente Rodolfo Poli Mignoni.

Segundo Mignoni está “é uma oportunidade para os estudantes praticarem o que vão encontrar na área de fisioterapia esportiva. Eles vivenciam situações reais, de atletas lesionados que precisam se recuperar, de preparação de equipes para competições, de acompanhamento do desempenho”. 

domingo, 14 de julho de 2013

Ginástica da Nova Era: Método promete tratar problemas físicos e psicológicos pelo movimento.


Células têm memória. É a partir desse conceito que se baseia a Ginástica da Nova Era, uma atividade que, sim, tem a ver com ginástica, mas é bem diferente daquela encontrada nas academias. Promovida pelos terapeutas e professores de educação física Mell Sanchez e Roberto Sorci, de São Paulo, o trabalho tem como objetivo eliminar as memórias que se formam no corpo e levam a problemas físicos, como dores e doenças.Para entender melhor os fundamentos da modalidade, Sanchez costuma indicar o documentário "Quem Somos Nós", que pode ser encontrado no YouTube. O filme, que envolve física quântica, psicologia, metafísica e espiritualidade, mostra como as pessoas se prendem a padrões, "aprendidos" durante a vida, que levam a círculos viciosos. Em muitos casos, esses comportamentos inconscientes acabam gerando uma bola de neve tão grande que se manifesta como uma enfermidade. 

Sanchez cita como exemplo uma mulher que tem dificuldade em se desapegar do marido e do filho, por exemplo. A reação do organismo a esse tipo de registro pode ser o acúmulo de gordura, uma forma de reter algo. 


Diagnóstico 


Tudo começa com uma avaliação individual, em que o aluno é convidado a fazer alguns movimentos. "Todo movimento produz uma vibração, como uma pedra que cai no lago, explica Sanchez. Com a observação e também uma conversa sobre a vida e a infância, os terapeutas detectam onde estão os bloqueios que devem ser trabalhados, e indicam exercícios específicos. 


"O movimento é usado para diagnosticar e, depois, desorganizar a programação dominante", comenta a terapeuta. Em outras palavras, o método promete desativar os padrões negativos e permitir que a pessoa explore seus potenciais de forma plena. 


Uma das praticantes, Boaventura Paz Soares, conhecida como Bia, conta que conseguiu se livrar de um coquetel de 21 comprimidos diários graças à Ginástica da Nova Era. Diagnosticada com a Doença de Crohn, que afeta o intestino, ela muitas vezes tinha dificuldade até de subir as escadas para chegar à aula, de tanta dor e inchaço. Mas saía bem melhor e, aos poucos, foi conseguindo largar os remédios. "Minha médica, do Hospital das Clínicas de São Paulo, ficou tão impressionada que pediu até para filmar os exercícios", diz. 


A terapeuta Maria Cristina de Oliveira relata que, depois de três semanas de aula, passou a se lembrar de fatos da infância que estavam esquecidos. E a atividade teve reflexos na postura dela diante da vida. "O resultado foi mais segurança e firmeza no profissional e na relação com a família", descreve. 


A professora Rosana Araújo decidiu buscar a Ginástica da Nova Era depois que engravidou. "Não quero transmitir meus padrões para o meu filho", justifica. Após alguns meses, ela também passou a ter consciência de certos bloqueios adquiridos na infância. "Agora sou eu mesma", conclui. 


Para saber mais: http://ginasticadanovaera.blogspot.com.br http://www.youtube.com/watch?v=CT-zUnpuGgM



Comentário: Embora a técnica tenha vários adeptos, inclusive com posicionamentos e resultados positivos, precisa-se analisar melhor suas teorias e embasamentos científicos, além da sua técnica para sabermos em que situações este método pode ser considerado eficaz ou prejudicial aos pacientes, e em quais situações pode ser indicado ou contraindicado. Se o mesmo pode ser considerado como tratamento principal ou coadjuvante de patologias ligadas ao movimento e ao psicológico, como doenças psicossomáticas, etc. Então entendo que é necessário uma série de estudos e pesquisas padronizadas ou mesmo estudos de casos a respeito do método para determinar sua eficácia.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

DR. Ederson Melo: Influencia dos pés na postura corporal

DR. Ederson Melo: Influencia dos pés na postura corporal: A avaliação da postura inclui a observação dos pés como quesito de suma importância, pois através dos pés é que é feita a interface ent...

quinta-feira, 4 de julho de 2013

quinta-feira, 9 de maio de 2013

domingo, 5 de maio de 2013

Conheça a bandagem terapêutica que já é famosa entre os atletas brasileiros


 Os atletas procuram sempre inovações para melhorar o desempenho, a saúde e o bem estar durante os treinos e provas. Um exemplo disso é o sucesso da bandagem terapêutica adesiva, mais conhecida como kinésio taping, que auxilia a reabilitação física, agindo nas áreas neurológica, ortopédica e muscular dos praticantes de esportes.
     Desenvolvido na década de 70, no Japão, pelo médico quiropata Kenzo Kase, o método visa aliviar a dor, reduzir edemas, pelo fato de melhorar a circulação linfática, gerar maior estabilidade articular e melhorar a contração muscular. O esparadrapo terapêutico tem 130 a 140% de elasticidade, tecido feito com 100% de algodão, é ativado pelo calor e à prova d´água, não contém látex, permite que a pele respire sem obstrução, possibilita o movimento do corpo normalmente e dura de três a cinco dias na pele após aplicado.

O que é?
     Segundo o Dr. David Homsi, a Kinesio Taping é uma bandagem terapêutica que promove estímulos sensoriais e mecânicos duradouros e constantes na pele. Esta bandagem mantém a comunicação com os tecidos mais profundos, através de diversos receptores encontrados na epiderme, derme e outros tecidos sensoriais como o próprio músculo. Pode ser utilizada tanto na prevenção, no tratamento e na reabilitação das lesões. É um recurso terapêutico muito utilizado nas áreas esportiva, musculoesquelética, neurológica, pediátrica, geriátrica, reumatológica, entre outras. Existem ainda diversos profissionais veterinários utilizando a técnica em animais, descartando a teoria do efeito psicológico (placebo), que é sugerido por alguns estudos.


Como usar
    As indicações terapêuticas para a bandagem funcional passam por lombalgias, torcicolos, tendinites, entorses, contratura muscular, paralisia facial, artrose, artrite, fasceíte plantar, hérnia de disco, linfedemas e estiramentos.

    Não há absolutamente nenhuma restrição quanto ao uso dela, nem de sexo ou idade. Meu único conselho é que ela seja aplicada por um profissional habilitado. Já vi muita gente colando de qualquer jeito, o que pode acarretar alterações de postura, lesões na pele e alergias. Em caso de lesões, as técnicas fisioterapêuticas profissionais não podem ser descartadas." - Fisioterapeuta Livia Rodrigues

Palavra do especialista
     "Durante o ato esportivo, a fita é fabulosa. Ela age nos receptores sensoriais do sistema segmentar (pele). De acordo com cada músculo, da origem para inserção, você pode ter efeito de aceleração ou desaleração do movimento, ou seja, sustentar ou relaxar uma área do corpo, além de aliviar a dor, através das ondulações que a bandagem promove. Como medida de emergência, é o melhor tratamento que existe hoje." - Fisioterapeuta Livia Rodrigues


Fonte: Globo.com

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Um copo de suco de beterraba por dia pode ajudar a reduzir a pressão, sugere estudo


Um copo de suco de beterraba pode ajudar a reduzir a pressão, de acordo com um novo estudo da Associação Americana de Hipertensão divulgada nesta segunda-feira (15).
O estudo envolveu oito mulheres e sete homens que tinham uma pressão arterial sistólica entre 140 a 159 milímetros de mercúrio e que não tiveram outras complicações médicas e não estavam tomando medicação para pressão arterial. Os participantes bebiam 250 ml de suco de beterraba ou de água contendo uma pequena quantidade de nitrato (substância que tem na beterraba), e teve sua pressão arterial monitorados por 24 horas.
De acordo com a pesquisa, pessoas com pressão alta que beberam 250 ml de suco por dia tiveram redução da pressão arterial. Porém, os médicos disseram que ainda não encontraram elementos que provam que a beterraba pode realmente ser usada como suplemento para a saúde.
A pressão sanguínea é registada como tipicamente dois números. A pressão arterial sistólica, o que é o número mais alto e o mais elevado, mede a pressão nas artérias quando o coração bate. A pressão arterial diastólica e a da parte inferior e a de menor número. Ela equivale a pressão do sangue nas artérias entre os batimentos cardíacos.
Segundo a professora de doenças vasculares da The Barts and The London Medical School, em Londres,  Amrita Ahluwalia, no No Reino Unido, o público é informado de que deve comer cinco porções de frutas ou legumes por dia.
Mas isso pode ser difícil de ser feito. Talvez nós devemos ter uma abordagem diferente para aconselhamento dietético.
A Associação Americana de Coração recomenda que as pessoas comam oito ou mais de frutas e hortaliças todos os dias.

Fonte: R7.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

FISIOTERAPIA AJUDA A ALIVIAR DORES NA GRAVIDEZ

Exercícios simples de alongamento, fortalecimento pélvico e respiração, que podem ser feitos no consultório e em casa, agem no tratamento e na prevenção dos desconfortos, trazendo benefícios para a grávida e o bebê.
Gravidez, a fase mais sublime da vida da mulher. E também o momento de ficar inchada, ter o equilíbrio alterado e sentir dores na coluna a ponto de não conseguir nem dormir direito. Se uma coisa não combina com a outra, a fisioterapia existe para ajudar as futuras mamães a diminuírem esses incômodos durante a gestação. Exercícios simples de alongamento, fortalecimento pélvico e respiração, que podem ser feitos no consultório e em casa, agem no tratamento e na prevenção dos desconfortos, trazendo benefícios para a grávida e o bebê.

- A dor na gestação é natural, mas a mulher não tem que senti-la dia e noite. Com exercícios, é possível minimizá-las ou fazê-las sumir, em alguns casos - diz a fisioterapeuta Tatiana Damas, do Hospital da Mãe, em Mesquita, o único da rede estadual com serviço de fisioterapia especializado para grávidas.

Pilates e reeducação postural global (RPG) também são métodos da fisioterapia que podem ajudar as gestantes. Mas, antes de praticá-los, é preciso consultar o obstetra, alerta o fisioterapeuta Vinicius Marinho.

- Os exercícios deverão ser específicos, com intensidade e frequência adequadas, respeitando o desempenho físico de cada mulher e o tempo de gestação. E sempre feitos mediante verificação dos sinais vitais, como pressão arterial e frequência cardiorrespiratória - explica Marinho, do Hospital Joari.

Além da fisioterapia, mudanças de atitude no dia a dia são necessárias para que dores e desconfortos não se agravem. Segundo Tatiana Damas, muitas mulheres cometem erros no ambiente doméstico, como abaixar para tirar pó dos móveis. Na limpeza da casa, uma boa dica é alongar o cabo da vassoura com um pedaço de cano. Isso ajuda a manter a postura na varrição.

Grávida de sete meses, a química Ana Carla Elguesabal, de 35 anos, é adepta do serviço fisioterápico do Hospital da Mãe. Para ela, que tem hérnia de disco, os exercícios são um alivio e tanto:

- Toda gestante deveria fazer.
Fonte: Globo